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Notícias / Maio 14, 2017

Corrida Solidária Hovione - Segurança é Vida

Parque da Cidade de Loures, Maio 14, 2017

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A Hovione, com o apoio da Câmara Municipal de Loures vai organizar a sua primeira Corrida Solidária, com o mote, Segurança é Vida. A corrida vai decorrer em Loures, no próximo dia 14 de Maio de 2017 (Domingo), com o objectivo de promover a segurança, a vida saudável e activa da população, assim como dar a conhecer melhor a Hovione.



Este evento é composto por duas opções:

Corrida - 10KM

Uma corrida com a distância de 10 Km.

Custo de participação Horário

Inscrições até dia 5 de Maio de 2017: € 5.00

Inscrições a partir do dia 6 de Maio: € 7.00

10:00

Ponto de partida no Parque da Cidade de Loures

 

Caminhada - 5KM

Uma caminhada com a distância de 5 Km. Sendo um evento Pet Friendly, Amigo dos Animais, inscreva-se e venha participar juntamente com o seu companheiro de 4 patas.

Custo de participação Horário

Doação de um bem não perecível

(ver lista abaixo)

09:30

Portaria Sul da Hovione*

 

*Para os que estejam no Parque da Cidade de Loures e queiram fazer a caminhada, a Hovione disponibiliza um autocarro, gratuito, até ao local da partida – com saída da Portaria Sul da Hovione.

 

Prémios a atribuir

Corrida 10KM

  1. Troféus aos 3 primeiros classificados da geral (M/F), funcionários da Hovione
  2. Troféus aos 3 primeiros de cada escalão (M/F)
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Caminhada 5KM

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Todos os participantes inscritos nas provas terão, no final, acesso gratuito a massagens e medalha.

A organização disponibilizará balneários para o uso dos atletas sem qualquer custo adicional.

 

 

Actividades e Workshops no Parque da Cidade de Loures

9h30 - 16h30

  • Informações sobre as posições disponíveis na Hovione
  • Despiste de triglicéridos, colesterol, glicémia, tensão arterial e oximetria
  • Experiências educativas no âmbito ambiental em parceria com a Science4you
  • Experiências educativas no âmbito da química básica
  • Demonstrações várias de situações de socorro
  • Actividades lúdica

 

Responsabilidade Social

Tratando-se de um evento solidário e no âmbito da responsabilidade social da Hovione, a totalidade do valor angariado, assim como os bens, revertem a favor de duas organizações locais, a CrescerSer – Casa do Infantado e Chão dos Bichos.

A CrescerSer – Casa do Infantado é um centro de acolhimento de crianças até aos 12 anos em situação de risco e caracteriza-se por garantir o acolhimento imediato e temporário, num ambiente familiar, de crianças que se encontrem em situações de risco, decorrentes de maus tratos, negligência, abandono, entres outras razões que comprometam a sua integridade física e psicológica.

A associação Chão dos Bichos foi fundada em maio de 2011 em Loures , com o objetivo de apoiar todos os que se importam com o bem-estar animal, e que fazem do seu dia-a-dia uma luta contra o abandono e maus tratos dos animais. Esta associação de proteção animal, recolhe animais abandonados da via pública, proporciona-lhes um lar temporário, bem como os cuidados de saúde necessários, e inicia os processos necessários à adoção.

Caminhada - Doação de bens para participação

Para a Casa do Infantado Para a Associação Chão dos Bichos
  • Leite achocolatado (pacotes pequenos)
  • Azeite
  • Enlatados (atum, salsichas, cogumelos, grão, feijão, fruta)
  • Polpa de tomate, caldos de carne e galinha
  • Puré de batata
  • Batata frita
  • Sumos pequenos
  • Bacalhau
  • Toalhitas
  • Fraldas n.º 5 e 6
  • Águas-de-colónia
  • Desodorizantes
  • Detergente e Amaciador para Máquina de Roupa
  • Detergente e abrilhantador para Máquina da Loiça
  • Lixívia e lixívia delicada para a roupa
  • Lava tudo
  • Panos de limpeza multiuso
  • Guardanapos e rolo de cozinha
  • Lenços de papel
  • Sacos do lixo de 30 e 120 Lt
  • Toalhetes húmidos
  • Resguardos de cama
  • Mantas polares
  • Comedores de metal, grandes e médios
  • Rações para cães e gatos

Junte-se a Nós! 

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Inscrições Encerradas - Outros detalhes

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Numa época em que as mulheres não trabalhavam, aos 19 anos Diane Villax era ”correspondente em línguas estrangeiras” numa empresa de representações. Aí aprendeu as bases para ajudar a desenvolver a Hovione, que criou com o marido há 66 anos. Hoje a empresa emprega mais de 2500 colaboradores e é fornecedor de preferência de algumas das maiores farmacêuticas do mundo. Quando entramos na sala da unidade fabril da Hovione em Sete Casas, Loures, Diane Villax espera-nos sentada, tranquila, pronta para quase uma hora de conversa e fotografias. Afável e bem-disposta, e com um rigor que se nota nas respostas, revela um enorme orgulho pela empresa que criou, em 1959  com o marido e dois compatriotas  húngaros. Ivan Villax era engenheiro químico com várias patentes de processo e a Hovione nasceu para fabricar antibióticos. Desde o primeiro dia os seus olhos estavam postos no mercado mundial  e foi a partir de casa, na Travessa do Ferreiro, que durante 10 anos produziu para o seu primeiro cliente importante, o mercado japonês, conhecido pelo elevado grau de exigência. Em 1969 foi construída a primeira fábrica em Loures, e, em 1986, iniciada a produção na segunda unidade fabril em Macau. A estas juntaram-se, já nos anos 2000, New Jersey, nos Estados Unidos e Cork, na Irlanda. Hoje, a Hovione emprega mais de 2500 colaboradores, dos quais mais de 300 são cientistas — é a empresa privada que mais doutorados emprega em Portugal – e orgulha-se de ser fornecedor de preferência de várias das maiores farmacêuticas do mundo. O casal Villax tinha tarefas distintas na empresa. Ivan era o inventor e Diane tratava da parte administrativa, a partir de casa. Não teve formação para empresária, apenas um curso de estenografia e datilografia e, antes de casar, um emprego numa empresa de importação, que em três anos lhe deu as bases necessárias para ajudar a desenvolver a Hovione. O seu método e rigor ajudaram-na a lidar com os bancos no início da empresa, porque os seus conhecimentos sobre negócios eram escassos. Ivan Villax faleceu em 2003, deixando uma descendência de quatro filhos e 16 netos, que têm a missão de continuar a desenvolver a empresa. Aos 91 anos, Diane Villax já não está no dia-a-dia da Hovione, mas lê as inúmeras noticias que recebe diariamente sobre a evolução do setor farmacêutico,  bem como toda a informação sobre a empresa. Gosta de estar atualizada para acrescentar valor às reuniões do Conselho de Administração. “Se eu não estou a par, os meus filhos reformam-me”, ironiza. Depois de conhecer Diane Villax na sua primeira unidade fabril, a 14 de janeiro, não estranhamos quando nos despedimos e a vemos com as chaves do seu carro na mão, pronta para conduzir para as Amoreiras para assistir a La Traviata. “Gosto muito de La Traviata!”, diz com o mesmo sorriso afável com que nos recebeu uma hora antes. Quais foram os marcos principais desta história que já conta 66 anos? O primeiro marco foi o que nos lançou e o que nos permitiu desenvolvermo-nos. No fim dos anos 1960 e durante todos os anos 1970, o Japão foi o nosso mercado principal. Durante 10 anos fornecemos a indústria japonesa a partir de nossa casa, numa cave da Travessa do Ferreiro. O meu marido era muito inovador. Tinha patentes de processo e em todo o mundo não anglo-saxónico não havia patentes de produtos farmacêuticos. Quando casámos já ele tinha patentes de invenção sobre toda a gama dos corticosteroides. No Japão, naquela altura, não fabricavam a matéria-prima, só formulavam o produto final, necessitando, portanto, de comprar o ingrediente ativo. Os eventuais clientes descobriram que em Portugal um certo Ivan Villax tinha patentes sobre essa gama de produtos na qual eles tinham interesse e vieram bater à nossa porta. Acharam que o nosso IP era robusto, a tecnologia era ótima e a qualidade do produto era excelente. A qualidade para o Japão é um “sine qua non”. Iniciámos uma colaboração que durou mais de 10 anos e nos permitiu construir a nossa primeira fábrica, em Sete Casas (Loures), que iniciou a produção em 1971. O segundo momento importante foi o lançamento no mercado dos Estados Unidos, em 1982. É um mercado gigantesco, competitivo, exigente, mas que reconhece serviço e qualidade. O meu marido tinha a patente de processo para o fabrico de um antibiótico de largo espetro, a doxiciclina, cuja patente do inovador caducou precisamente no verão de 1982. Tinha-se feito algum estudo de mercado certamente, mas não pensávamos que a procura seria tão grande. Até hoje já fornecemos centenas de toneladas de doxiciclina ao mercado norte-americano a partir da nossa fábrica de Macau. “Desde o primeiro dia, o mundo é o nosso mercado. E sempre quisemos ser uma boutique, criar um nicho no mercado. Somos mestres no que oferecemos.”     Leia o artigo completo em Executiva.pt  

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