Notícias

Comunicado de Imprensa / Jan 18, 2024

Hovione certificada como Top Employer em todas as localizações

A Hovione foi reconhecida como Top Employer nas quatro fábricas que detém, em Lisboa, Cork (Irlanda), East Windsor (Nova Jérsia, EUA) e Macau.

Top Employer 2024 - Seals Hovione
  • A Hovione foi reconhecida como Top Employer nas quatro fábricas que detém, em Lisboa, Cork (Irlanda), East Windsor (Nova Jérsia, EUA) e Macau.
  • A Hovione é a primeira companhia a ser certificada como Top Employer em Macau.
  • Nas instalações da Hovione que já detinham o Top Employer desde 2023 há melhoria do desempenho e resultados este ano.
     

Loures, 18 de Janeiro, 2024 – A Hovione, especialista integrada em CDMO (produção para terceiros), líder em secagem por pulverização e engenharia de partículas, foi reconhecida como Top Employer em todas as suas quatro unidades de produção, sendo a primeira empresa a receber esta certificação em Macau.

A certificação representa um marco significativo no compromisso da empresa em promover um ambiente de trabalho favorável e em assegurar condições gratificantes para os membros das suas equipas. É também a demonstração de que o “One Hovione”, a iniciativa estratégica da empresa para proporcionar aos membros das equipas uma experiência de igual qualidade em todos os locais, está a funcionar.

O programa de certificação do Top Employers Institute avalia as organizações com base nos resultados da Pesquisa de Melhores Práticas de RH. A pesquisa abrange seis domínios e aborda 20 tópicos, de Desenvolvimento de Carreira a Liderança, ou de Bem-estar dos Empregados a Equidade e Inclusão, entre outros. O programa certificou e reconheceu mais de 2.300 Top Employers em 121 países/regiões nos cinco continentes.

"A Hovione é uma empresa comprometida com a excelência e a diferenciação e ser um Top Employer é uma componente integrante da Estratégia de Pessoas da Hovione. Fico satisfeito por ver que o nosso programa de melhoria contínua, apoiado pelos benchmarks das melhores práticas do Top Employer, resultou no nosso progresso em múltiplas dimensões e em todas as nossas localizações”, comentou Ilda Ventura, vice-presidente de Recursos Humanos e membro do Conselho de Administração da Hovione.
 

Região Administrativa Especial de Macau

Douglas Lau, diretor de Recursos Humanos da Hovione Macau: “É uma verdadeira conquista ser a primeira empresa em Macau a ser Top Employer. Isto demonstra que as empresas em Macau podem oferecer o mesmo ambiente de trabalho de alta qualidade que em qualquer outro lugar do mundo. Ocorrendo logo após a Hovione ter sido galardoada com a Medalha de Mérito do Governo de Macau, esta é também mais uma demonstração de como a Hovione cria empregos que têm valor real, quer para os membros da nossa equipa como para a sociedade em geral.

Portugal  

Catarina Tendeiro, diretora sénior de RH da Hovione Portugal: “Estamos entusiasmados por anunciar que a Hovione foi mais uma vez reconhecida como Top Employer. Esta é uma confirmação do nosso compromisso contínuo em desenvolver um ambiente de trabalho excecional para os nossos colaboradores, que representam o recurso mais significativo e o principal diferencial da nossa empresa. Fiquei especialmente satisfeita pelo facto de o relatório deste ano ter revelado melhorias em diversas áreas-chave, incluindo Estratégia de Negócios e Pessoas, Liderança, Desempenho e Carreira e Aprendizagem. Isto demonstra o nosso desejo de ouvir o feedback e de continuar a melhorar a nossa experiência no local de trabalho.
 

Estados Unidos da América

Erin Tetreault, diretora de RH da Hovione New Jersey: “É com entusiasmo que anunciamos que a Hovione foi mais uma vez certificada como Top Employer. Acreditamos que as pessoas são o nosso ativo mais forte e esta certificação é a prova do nosso compromisso contínuo em criar uma cultura no local de trabalho que vai além da segurança e da qualidade e ajuda todos os membros da equipa a sentirem-se verdadeiramente valorizados. Fiquei especialmente satisfeita com o facto de o relatório deste ano mostrar melhorias em diversas áreas-chave, incluindo Liderança, Ambiente de Trabalho e Bem-Estar dos Colaboradores. Essa é a demonstração de que queremos dar feedback e continuar a melhorar a nossa experiência no local de trabalho."

 

Irlanda

Imelda Cummins, diretora de RH da Hovione Irlanda: “Estamos muito satisfeitos por a Hovione ter sido novamente certificada como Top Employer. As pessoas representam o nosso ativo mais forte e são elas que nos permite oferecer aos nossos clientes os produtos e serviços de alta qualidade pelos quais a Hovione é conhecida. É também a demonstração do nosso compromisso contínuo em desenvolver um excelente ambiente de trabalho. Fiquei especialmente satisfeita pelo facto de o relatório deste ano ter demonstrado melhorias em diversas áreas-chave, incluindo Diversidade, Equidade e Inclusão, Aprendizagem, Sustentabilidade e Desenvolvimento de Carreira. Essa é a demonstração de que queremos dar feedback e continuar a melhorar a nossa experiência no local de trabalho.”
 

 

Sobre a Hovione:
A Hovione é uma empresa internacional com mais de 60 anos de experiência em desenvolvimento farmacêutico e operações de produção. Como Organização de Desenvolvimento e Fabricação de Contratos (CDMO), possui uma oferta integrada de serviços para substâncias medicamentosas, intermediários de medicamentos e produtos farmacêuticos. A empresa possui quatro locais inspecionados pela FDA, nos EUA, Portugal, Irlanda e China e laboratórios de desenvolvimento em Lisboa, Portugal e Nova Jersey, EUA. A Hovione fornece serviços farmacêuticos em todo o ciclo de vida do medicamento e de desenvolvimento e fabrico em conformidade de medicamentos inovadores, incluindo compostos altamente potentes e soluções personalizadas de produtos, Na área de inalação, a Hovione oferece uma gama completa de serviços, desde API, desenvolvimento e fabrico de formulações a enchimento de cápsulas e dispositivos.

A cultura de empresa da Hovione assenta na inovação, qualidade e fiabilidade. A Hovione é membro do Rx-360, EFCG, participando ativamente em iniciativas de melhoria da qualidade dos processos e de elevação dos padrões globais da indústria. 

 

Sobre o institutoTop Employers:
O Instituto Top Employers é a autoridade global no reconhecimento da excelência em práticas de gestão de pessoas. Ajudamos a acelerar essas práticas para enriquecer o mundo do trabalho. Através do Programa de Certificação do Top Employers Institute, as empresas participantes podem ser validadas, certificadas e reconhecidas como empregadores de qualidade. Em 2024, o Top Employers Institute certificou mais de 2.300 organizações em 121 países/regiões. Esses Top Employers certificados impactam positivamente a vida de mais de 12 milhões de funcionários em todo o mundo.

 

Para mais informações por favor visite Hovione.com

 

 

Também em Notícias

See All

O Secretário de Estado do Ambiente deixou o alerta aos empresários na conferência “Going Sustainable: Oportunidades para Empresas Portuguesas nos EUA e na Europa”, promovida pela AmCham Portugal. "A sustentabilidade é, e continuará a ser, um fator de competitividade para as empresas”. A frase, de António Martins da Costa, é suportada por dados recentes do World Economic Forum (WEF) que apontam para a importância crescente que os gestores (47% dos inquiridos pela organização) atribuem à identificação e mitigação das mudanças climáticas, que encaram cada vez mais como um fator transformador para os seus negócios. Mas, o presidente da AmCham Portugal revelou ainda, durante a sessão de abertura da conferência “Going Sustainable: Oportunidades para Empresas Portuguesas nos EUA e na Europa”, que os temas ambientais e os riscos climáticos são atualmente referidos como o segundo maior risco global para as empresas, também de acordo com o WEF. Adicionalmente, salienta o responsável, na perspetiva dos 162 investidores inquiridos por um estudo da Universidade de Yale, e que representam um conjunto de ativos superior a seis mil milhões de euros, “sem informação atempada não será possível atingir as metas da sustentabilidade”. Neste contexto, António Martins da Costa, defende que “Portugal tem capacidade e potencial para ser um pilar da transformação, e transformar este potencial em realidade será um fator crítico de sucesso para o país”. Uma perspetiva partilhada por Emídio Sousa que acredita que Portugal conta, em matéria de sustentabilidade, com diversas vantagens competitivas face aos seus congéneres europeus. O Secretário de Estado do Ambiente, que participou na sessão de abertura deste encontro, destacou, por exemplo, a capacidade nacional na produção de energia a partir de fontes renováveis, bem como uma “maior sensibilidade dos mercados e das pessoas para as questões da sustentabilidade” como fatores diferenciadores que podem trazer vantagens ao país. O governante recorda que a Europa enfrenta desafios “muito significativos” e metas ambiciosas face a outros blocos económicos com menor regulação no tema da sustentabilidade. Por isso, alerta, “ou atalhamos caminho, ou os nossos recursos esgotam”.   Transição deve envolver cadeia de valor Entre os objetivos desta conferência, anunciou ainda António Martins da Costa, está a criação de uma plataforma de diálogo sobre o papel da sustentabilidade nas empresas, e destas no processo de transformação em curso. A partilha de problemas, mas também de experiências bem-sucedidas é, na opinião do presidente da AmCham, fundamental para uma transformação mais eficaz. A preparação das empresas para o futuro foi precisamente o mote para o primeiro painel de debate que juntou representantes de três organizações de setores e dimensões distintos. Moderado por Carlos Elavai, Managing Director e Partner na Boston Consulting Group, a conversa contou com a participação de Nuno Vieira, Head of Sustainability na BA Glass; Cristina Melo Antunes, responsável de sustentabilidade do Santander; e Ricardo Morgado, cofundador e CSO da The Loop Co. Começar a medir é, na opinião dos oradores, o primeiro passo para uma estratégia de sustentabilidade nas organizações. “Medir, medir bem, e medir toda a cadeia de valor”, reforça Nuno Vieira. Na BA Glass, exemplifica, “começámos a medir as emissões de CO2 internamente, e depois em toda a cadeia de valor do vidro”. Aliás, a empresa lançou uma plataforma, que inclui organizações que fazem parte desta cadeia de valor, e que promove a circularidade do vidro, cujas metas passam por evitar o recurso à natureza para obter matéria-prima e tentar contribuir para elevar a taxa de reciclagem que, afirma, “está estagnada”. Em 2025 espera-se que esta taxa chegue aos 56% quando o objetivo inicial era de 70% para a mesma data. “Há ventos de mudança, mas desafios contínuos”, reforça. Do lado da banca que, nas palavras de Cristina Melo Antunes, “tem responsabilidades no financiamento da transição energética”, a inclusão dos riscos climáticos e de outros critérios ESG (sigla em inglês para Ambiente, Social e Governação) nas análises de risco de financiamento e crédito “deverá ser obrigatória”. No entanto, assume, “é também um grande desafio para as instituições financeiras”. Já Ricardo Morgado, na The Loop Co., cujo modelo de negócio assenta na circularidade – primeiro na venda de livros usados, depois de materiais usados para bebés e, mais recentemente, no segmento B2B no apoio a empresas que pretendam instalar modelos de economia circular internamente -, acredita que há vontade nas empresas para fazer crescer estes modelos de negócio. “Os consumidores estão disponíveis para modelos circulares, painéis solares, e em saber como os produtos são feitos, e não podem ser esquecidos porque são a principal força política nesta matéria”, alerta. Opinião partilhada por Cristina Melo Antunes que acrescenta ainda que “do lado das empresas, saber cooperar é muito importante para garantir uma maior transferência de conhecimento”.   Um desafio de responsabilidade Garantir que a sustentabilidade possa ser um motor para o crescimento económico é um desafio, mas também uma responsabilidade para as empresas. E, para que esta meta seja uma realidade, o primeiro desafio passa por “ter toda a cadeia de valor alinhada”, como defende Cristina Mira Godinho, diretora de qualidade e de sustentabilidade da EFACEC, que participou no segundo debate do dia. Mas, acrescenta Franco Caruso, “a maturidade do ecossistema empresarial ainda é uma barreira”. O diretor de sustentabilidade e comunicação do Grupo Brisa defende que “a palavra-chave é maturidade nos vários níveis e áreas das empresas”, o que ainda não existe em todas as organizações, nem tão pouco nos países da Europa que se movimentam a diferentes velocidades. Deste processo de transformação, acredita, sairão empresas mais eficientes e competitivas e, por isso, mais capazes de contribuir para o crescimento da economia. “Estamos todos no mesmo barco, e não vamos sozinhos”, reforçou Inês Mota. A diretora de sustentabilidade e responsabilidade social do Grupo Mota-Engil assegura que o Green Deal, por exemplo, é positivo para uma homogeneização das empresas, “mas peca porque não vai resolver todos os problemas do mundo”. Moderada por Inês dos Santos Costa, partner da Deloitte, a conversa contou ainda com a presença de Sofia Lufinha, administradora da TAP, que alertou para a importância de investir na transição, mas com a segurança de que esta aposta terá retorno. “Não pode ser só a Europa a mudar”, afirma. Já em jeito de recomendação, Cristina Mira Godinho não esquece a importância de não deixar as PME para trás neste processo. “Muitas destas empresas têm dificuldade em perceber se as suas ideias estão de acordo com a regulamentação e, por isso, é fundamental desenvolver plataformas de apoio gratuitas que possam ajudar a ultrapassar estas barreiras”.   Aposta na inovação é essencial para internacionalizar Luís Amado, da Capgemini, Paula Guimarães, Diretora de Sustentabilidade da The Navigator Company, e Jon Peers, Global Director of Sustainability da Hovione.   A fechar o encontro de empresários, Jon Peers, Global Director of Sustainability da Hovione, e Paula Guimarães, diretora de sustentabilidade da The Navigator Company, partilharam a sua experiência de internacionalização no mercado norte-americano, numa conversa moderada por Luís Amado, da Capgemini. Inovação e certificação são, na opinião dos dois oradores, fatores diferenciadores e de peso para entrar neste mercado. Ambas as organizações contam com grandes departamentos de investigação e desenvolvimento (I&D) que apoiam a inovação e que garantem o registo de patentes, muito valorizadas do outro lado do Atlântico. Aliás, Paula Guimarães revela que o centro de I&D para consultoria florestal da The Navigator Company faz parte do Top 10 das organizações nacionais com maior número de patentes internacionais. “Temos 95 investigadores e 45 patentes registadas”, salienta. Do lado da Hovione, que abriu a primeira fábrica em território norte-americano em 2022 e que, com esta aposta, viu o seu crescimento triplicar desde 2016, são 240 os cientistas que trabalham em Portugal, “com um grande historial de patentes e de parcerias com empresas tecnológicas”. O objetivo, diz Jon Peers, “é manter elevados níveis de inovação e estar à frente da concorrência”. Por outro lado, a certificação, apesar de ser um processo muito orientado para o mercado, “ajuda a ir mais longe, a preparar o negócio para ser mais eficiente e resiliente, e é atrativo para atrair as gerações mais jovens”, afirma a responsável da Navigator, que tem presença nos Estados Unidos há mais de duas décadas. “A certificação dá credibilidade e valor ao negócio, e evita ações de green washing”, reforça Jon Peers. Já em jeito de conclusão, Leslie Rubio, presidente da comissão de sustentabilidade da AmCham, destacou a sustentabilidade como “uma prioridade e uma obrigação”, e como ferramenta de resiliência para empresas e sociedade. O desafio, por agora, será gerir a complexa regulação ao mesmo tempo que se processa a transição e se cumprem as metas do Green Deal. “Portugal tem liderado na inovação sustentável, e as empresas portuguesas podem encabeçar esta transformação”, conclui.   Leia o artigo completo em ECO.sapo.pt  

Artigo de Imprensa

Emídio Sousa: “Atalhamos caminho, ou os nossos recursos esgotam”

Mar 06, 2025