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Desde abril que na Hovione as contratações aumentaram cerca de 10%, tendo sido recrutadas 250 pessoas. A empresa aumentou 13% o salário de entrada em Portugal e avançou com um plano de pensões.   Com um plano de expansão a cinco anos, onde estima investir 170 milhões de euros, desde abril que na Hovione as contratações aumentaram cerca de 10%, tendo sido recrutadas cerca de 250 pessoas. Hoje a farmacêutica tem mais de 2.100 colaboradores de 45 nacionalidades, espalhados pelos Estados Unidos, Irlanda e Macau, dos quais 1.500 em Portugal. E não há planos para desacelerar, com quase cem vagas em aberto na companhia. Na guerra do talento que a Hovione trava em várias frentes geográficas a aposta nas pessoas passou pela criação de funções globais e pelos nos salários, mas, neste último caso, com um twist. A base de partida não é o salário mínimo nacional, mas o living wage. Ou seja, a remuneração alinhada com o custo de vida de cada país. “Em Portugal o salário mínimo são 705 euros. O living wage, de acordo com a BSR, é de cerca de 850 euros, portanto, 12.000 e pouco por ano. O nosso salário de entrada são 989 euros, estamos quase nos mil euros“, adianta Ilda Ventura, vp of people da Hovione. Um valor que representa uma subida de 13% no salário de entrada dos colaboradores em território nacional. Com a inflação a marcar 2022 e, tudo indica, o ano que se avizinha, na Hovione olha-se para o tema da compensação como um todo. “Na incerteza da inflação, as pessoas procuram cada vez mais empresas que lhes deem benefícios que se traduzam em coisas palpáveis. Já tínhamos um plano de pensões em todas as outras geografias e agora, em Portugal, implementamos um plano de pensões que deve estar entre os mais competitivos do mercado”, diz. “Achávamos que íamos ter 30 a 40% das pessoas (a aderir) e temos quase 60% da população (em Portugal). Temos agora uma plataforma de benefícios transversal a todos os sites, o que também é muito bom para a mobilidade”, reforça Ilda Ventura.   2022 foi muito considerado o ano da guerra do talento. Com fábricas em Portugal, na Irlanda, Macau, Estados Unidos, no vosso caso terá sido uma guerra em várias frentes. A Hovione está num momento especial, com uma ambição muito grande de crescer. Temos um projeto de expansão para os próximos cinco anos, um investimento de 170 milhões, para expansão nos Estados Unidos, em Portugal e na Irlanda. Quando expandimos em capacidade, precisamos de mais pessoas a todos os níveis e, portanto, a guerra de talento que se refere ainda é mais especial para nós. A situação de algumas pessoas decidirem sair, escolher outra vida, trabalhar de outra forma, foi também uma preocupação nossa, perceber as motivações e ajustar mais a nossa oferta e flexibilidade a esse tipo de mudança no estilo de vida. Mas, acima de tudo, a nossa preocupação foi atrair talento qualificado, novo. As empresas que, realmente, conseguem competir pelo talento têm que ter um propósito. E é um propósito fantástico o de salvar vidas. Fazemos coisas na Hovione que as pessoas que se juntam a nós não têm possibilidade de fazer noutras empresas. Somos líderes mundiais na área em que atuamos e fazemos coisas muito inovadoras. O que oferecemos aos nossos colaboradores é participar em projetos que lhes permite fazerem coisas diferentes e que são difíceis. É um propósito incrível, especialmente porque salva vidas. As pessoas sentem muito isso.   Nos EUA sentiu-se muito o fenómeno da Grande Demissão. Sentiram também isso ou foi mais mitigado, exatamente, pelo propósito que acaba de referir? Sentimos que as pessoas tinham que perceber qual era o nosso projeto, o que fizemos foi explicar qual era a estratégia. E isso funcionou perfeitamente, conseguimos parar as saídas. As pessoas percebem agora que estão num projeto e estão super comprometidos com o propósito. Temos uma linha muito específica de produtos com os Estados Unidos, que não temos em mais sentido nenhum, mas que estamos agora também a desenvolver aqui em Portugal. É super inovador para o mercado e, portanto, juntamos as pessoas todas à volta desse propósito. Isso ajudou a mitigar esse fenómeno de que de repente, as pessoas escolhiam outras coisas para fazer na vida. Em Portugal também, obviamente, passámos e estamos a passar por esse desafio de atrair talento. O que fizemos foi, especialmente em Portugal, aumentar a nossa competitividade do ponto de vista de compensação de benefícios.   A nossa preocupação foi atrair talento qualificado, novo. As empresas que, realmente, conseguem competir pelo talento têm que ter um propósito. E é um propósito fantástico o de salvar vidas. Fazemos coisas na Hovione que as pessoas que se juntam a nós não têm possibilidade de fazer noutras empresas.   Muitas empresas optaram por isso. Aumentaram salários, mas com a inflação os aumentos acabaram por não ter o efeito desejado. Conseguiram compensar o efeito inflação no rendimento dos colaboradores? A proposta (de aumento salarial) teve que ser revista e revimos. Foi realmente a nossa grande mais-valia competitiva, se calhar porque beneficiamos de fazer os aumentos em julho e a nossa oferta de compensação não foi só salarial. Fizemos muitas outras coisas.   Mas qual foi o aumento? Foi transversal ao grupo, variou de mercado para mercado? Temos, do ponto de vista de filosofia de compensação, uma máxima basilar: pagamos sempre acima do mínimo em living wage, que não é o salário mínimo de cada país, é o salário que compensa o custo de vida. Utilizamos uma empresa – a BSR – que nos faz um benchmark global e alinhamos as nossas bandas salariais de entrada acima desse mínimo. Para dar um exemplo, em Portugal o salário mínimo são 705 euros. O living wage, de acordo com a BSR, é de cerca de 850 euros, portanto, 12.000 e pouco por ano. O nosso salário de entrada são 989 euros, estamos quase nos mil euros.   Salário de entrada em operações? A nossa função de operador, a porta de entrada para se fazer uma carreira na Hovione, está em 989 euros de salário base. Já tínhamos feito um caminho nos dois anos anteriores, mas este ano ajustamos realmente. Foi fundamental para trazer para a empresa pessoas que escolhem vir para este projeto e se sentem compensadas. Portanto, quando falamos dos aumentos relativamente à inflação, a Hovione não estava tanto aí. Estamos mais numa filosofia de compensação que vá ao encontro das expectativas dos colaboradores, que não passa só por salário. Criámos — em Portugal somos claramente pioneiros — um mercado construído global da Hovione. No fundo, uma comparação dos salários para aquela função que envolve não só Portugal, mas outros países da Europa, nomeadamente Alemanha, Suíça e Inglaterra. Significa que podemos, neste momento, atrair um cientista que esteja na Alemanha, em Inglaterra. Fez-nos competir por talento realmente transversal. Outra coisa super importante, além dos salários de entrada, é a guerra pelo talento global. Foi o que sentimos mais, pois estávamos interessados em trazer talento para funções globais, nomeadamente, de gestão de projeto, de cliente, cientistas. Funções transversais válidas para trabalharem em qualquer parte do mundo, na nossa empresa, e que não estávamos a conseguir competir, porque todo o benchmark salarial que fazíamos, era específico para aquele país. Criámos – em Portugal somos claramente pioneiros – um mercado construído global da Hovione. No fundo, uma comparação dos salários para aquela função que envolve não só Portugal, mas outros países da Europa, nomeadamente Alemanha, Suíça e Inglaterra. Significa que podemos, neste momento, atrair um cientista que esteja na Alemanha, em Inglaterra. Fez-nos competir por talento realmente transversal.   Voltando ao aumento do salário de entrada. Qual foi o valor? Cerca de 13%. O aumento foi feito em julho com retroativos a abril.   No setor tecnológico o teletrabalho é já uma exigência. Até que ponto conseguem acomodar esses novos modelos? Trabalho de laboratório ou no chão de fábrica não se ajusta propriamente a regime remoto. De facto, existem determinadas funções que não podem ser remotas. Não podemos ter um operador, que tem que olhar para o processo na fábrica, remotamente. Definimos as funções que têm que estar no local, aí não podemos ter tanta flexibilidade, mas temos que criar outras formas de as pessoas continuarem a ter o seu bem estar. Olhar para os turnos, a forma de trabalhar, e, neste momento, estamos a olhar para isso, porque é fundamental. Depois determinamos certas funções que podem ser completamente remotas e outras que podem estar remotamente até três dias por semana. Fizemos essa categorização e comunicamos. Algumas pessoas estão em funções que, com o acordo da sua chefia, vêm a um escritório duas ou três vezes por semana e, temos algumas funções, caso de gestores de projeto – função na Hovione fundamental para fazer o interface com o cliente – que podem ser feitas de forma remota, porque os nossos clientes não estão aqui. Conseguiu-nos dar acesso a talento que antes não imaginávamos que seria possível. O engraçado é que algumas pessoas querem vir para Portugal. Conseguimos trazer essas pessoas e dar-lhes uma compensação equiparável, do ponto de vista de custo de vida, àquilo que teriam no país de onde vêm, e, acima de tudo, uma flexibilidade muito grande de trabalhar de forma remota. E temos tido sucesso. É cerca de 10% das nossas funções.   A guerra do talento global parece então não ter sido algo que prejudicasse o negócio, parece ter aberto oportunidades. Parece fácil, mas não é. Não podemos baixar a guarda. Estamos à procura de muitas funções no mundo inteiro.   Referiu que a empresa está numa fase crescimento. Foram anunciados investimentos nos EUA, Irlanda e de uma nova fábrica em Portugal, no Seixal. Que pessoas essa expansão vos exige? Como está o processo de Seixal? O processo do Seixal não está comigo. Temos um grupo de engenheiros a olhar para isso. Neste momento, temos um grande foco do ponto de vista da sustentabilidade. Temos no nosso plano e vai acontecer. É sólido. Não há absolutamente dúvida nenhuma de que vai acontecer.   Está em fase de análise, portanto. Tenha equipa preparada para entender como é que vamos fazer a passagem da fase de projeto para a operação. Mas não posso adiantar.   Mas o que é que esses investimentos vos exigem em termos de talento? O que precisam neste momento? Exigiu uma coisa incrível, a revisão dos nossos processos. A expansão fez-nos repensar como é que os nossos processos são escaláveis, como podemos reduzir, por exemplo, o tempo de implementação e de instalação de um equipamento para conseguirmos operar mais rapidamente. E também como conseguimos preparar as pessoas de forma mais rápida e simples. Lançámos um projeto o ano passado, a Hovione Academy, um caminho de aprendizagem em que estabelece os fundamentais. Todas as pessoas que entram para a empresa têm os fundamentais assegurados, tudo aquilo que tem a ver com as nossas práticas, a qualidade e segurança no trabalho.   A expansão fez-nos repensar como é que os nossos processos são escaláveis, como podemos reduzir, por exemplo, o tempo de implementação e de instalação de um equipamento para conseguirmos operar mais rapidamente. E também como conseguimos preparar as pessoas de forma mais rápida e simples. Lançámos um projeto o ano passado, a Hovione Academy, um caminho de aprendizagem em que estabelece os fundamentais.   Estamos a trabalhar do ponto de vista de pessoas, em trazer valências que não tínhamos. Investimos muito em fortalecer a nossa área de investigação e desenvolvimento. Portanto, cientistas. Aumentamos também a nossa capacidade de captação de doutoramentos. Apesar de sermos a empresa com mais doutorados em Portugal – temos mais de 100 doutorados –, fortalecemos muito as nossas áreas de investigação e desenvolvimento e, muito também, as nossas áreas de projeto e de engenharia. A terceira foi o fortalecimento do interface com o cliente. O cliente da Hovione, um cliente empresa, normalmente procura um interface único, alguém que tenha uma proposta integrada, e também aí, fizemos uma transformação. Depois vêm outras funções mais focadas na parte de produção. Estamos a investir muito na excelência operacional, tudo ligado a essa escalabilidade dos processos.   Isso implicou que reforço ao nível de pessoas? O que ainda falta para conseguir levar o plano de negócio? É um plano de negócio a cinco anos, revisto todos os anos. O nosso ano fiscal começou em abril, já contratamos cerca de 250 pessoas no mundo inteiro e, neste momento, temos cerca de 76-78 posições anunciadas no LinkedIn. Estamos neste momento a entender como nos vamos preparar para o próximo ano, mas estamos sempre a falar de um crescimento nesta ordem a nível anual.   Será um nível de contratação a manter no próximo ano? Um estudo recente da Mercer revelou muita incerteza das empresas no que toca às contratações em 2023. Cerca de um terço nem tinha ainda tomado uma decisão. As empresas posicionam-se dessa forma – e nós também não somos diferentes – porque não podemos realmente sair com uma certeza. Muitas das empresas estão interessadas em olhar para como podem ser mais produtivas internamente. Ou seja, como podemos fazer as coisas de outra forma. Cada vez que trazemos uma pessoa nova ou uma nova capacidade para dentro do procurement, do digital, dos recursos humanos, olhamos para os nossos processos iniciais. Se vamos à procura de valências diferentes, o nosso plano de contratação muda. É muito perigoso em qualquer empresa assegurar que vai contratar um determinado número de pessoas. Isso não quer dizer que a Hovione, neste caso, vá contrair. Não estamos numa fase de contração, estamos numa fase de claro crescimento. Agora se o crescimento pode ser mais 100, tem mais 50, não sei dizer.   O nosso ano fiscal começou em abril, já contratamos cerca de 250 pessoas no mundo inteiro e, neste momento, temos cerca de 76-78 posições anunciadas no LinkedIn. Estamos neste momento a entender como nos vamos preparar para o próximo ano, mas estamos sempre a falar de um crescimento nesta ordem a nível anual.   A inflação afetou este ano o rendimento dos trabalhadores e famílias. Em 2023 não parece que vá desaparecer. Disse que este ano analisaram o living wage e acomodaram o tema. Será assim também no próximo? Queremos que as pessoas se sintam bem. Isto tem tudo a ver com a tal guerra de talento, não é só ir buscar os melhores, é manter aqueles que temos. Temos sempre um olhar muito próximo relativamente à compensação, e a inflação é um dos nossos focos. Normalmente fazemos o orçamento à volta de outubro, novembro, e os dados que vinham em outubro de 2021 não têm nada a ver com o que depois aconteceu. Em março, quando nos deparamos com isso, revimos. A forma como aumentamos os salários, não tem só a ver com a inflação. Temos uma meritocracia, portanto, mais variáveis que contribuem para o aumento do salário. Acima de tudo, o que quisemos foi fazer com que as nossas pessoas perdessem o menos possível de capacidade de fazer face ao custo de vida. Acho que conseguimos. Agora, adorava ter uma bola de cristal. Temos tido inúmeras conversas entre recursos humanos, com a área de negócio, financeira, de como é que vamos pôr no nosso orçamento uma previsão que seja minimamente fidedigna. Temos sempre um olhar muito próximo relativamente à compensação, e a inflação é um dos nossos focos. (…) Temos tido inúmeras conversas entre recursos humanos, com a área de negócio, financeira, de como é que vamos pôr no nosso orçamento uma previsão (de aumento de salários) que seja minimamente fidedigna.   As últimas previsões são entre os 3-4%. Isso não vai acontecer. Estamos a discutir e já sabemos que, possivelmente, vamos ter que fazer o mesmo que fizemos no ano passado: pôr um número na mesa e, depois, quando chegarmos mais próximo, envolvemos o nosso board e tomaremos uma decisão executiva de mudar os números.   Implementamos um plano de pensões que deve estar entre os mais competitivos do mercado: um plano de pensões de contribuição definida em que fazemos o matching até 6,5% do salário da pessoa. Lançamos em abril deste ano, teve imensa adesão. Achávamos que íamos ter 30 a 40% das pessoas e temos quase 60% da população (em Portugal). Temos agora uma plataforma de benefícios transversal a todos os sites, o que também é muito bom para a mobilidade.   A compensação não é só salário. E reforçamos também aí. Na incerteza da inflação, as pessoas procuram cada vez mais empresas que lhes deem benefícios que se traduzam em coisas palpáveis. Já tínhamos um plano de pensões em todas as outras geografias e agora, em Portugal, implementamos um plano de pensões que deve estar entre os mais competitivos do mercado: um plano de pensões de contribuição definida em que fazemos o matching até 6,5% do salário da pessoa. Lançamos em abril deste ano, teve imensa adesão. Achávamos que íamos ter 30 a 40% das pessoas e temos quase 60% da população (em Portugal). Temos agora uma plataforma de benefícios transversal a todos os sites, o que também é muito bom para a mobilidade. As pessoas não sentem essa diferença quando mudam. Atribuímos também um bónus. Não é um benefício, é um prémio por performance, de objetivos. E é para toda a gente.     Leia o artigo completo em eco.sapo.pt    

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Na Hovione pagamos sempre acima do mínimo em living wage

Nov 07, 2022

  Loures, 13 de Setembro de 2022 - A 4ª corrida solidária da Hovione realiza-se no dia 2 de outubro, com partida às 09h30 do novo Parque de estacionamento da Hovione. A prova, organizada pela Hovione em parceria com a Camara Municipal de Loures, tem como objetivo principal a angariação de fundos para a Casa do Infantado, centro de acolhimento temporário da Associação Portuguesa para o Direito dos Menores e da Família, nesse sentido o valor das inscrições reverte na totalidade à instituição. O percurso da corrida é de 10 quilómetros, ou de 5 quilómetros para quem optar pela mini-corrida ou caminhada.  A participação está também aberta aos mais novos que poderão participar na “Kids Race”, um desafio de 500 metros e que permite um convívio em família. No final da prova serão entregues troféus aos três primeiros classificados dos escalões Feminino e Masculino e de outras categorias, nomeadamente a seniores e veteranos. Para a Hovione, a corrida solidária é um momento de encontro com a comunidade local, que acolhe desde 1969 a sede e instalações industriais da empresa.   09h30: CORRIDA KIDS RACE 09h45: CORRIDA 10 KM 10h00: MINI CORRIDA / CAMINHADA 5 KM A inscrição pode ser feita em https://corridahovione.pt   Sobre a Hovione Fundada em 1959, a multinacional Hovione tem hoje laboratórios e fábricas em Portugal, na Irlanda, em Macau e nos Estados Unidos da América. A Hovione investiga e desenvolve novos processos químicos e produz princípios ativos para a indústria farmacêutica mundial. Com sede em Loures, a empresa emprega cerca de 2000 pessoas em todo o mundo, das quais cerca de 1500 em Portugal. A Hovione é o maior empregador privado de doutorados em Portugal.  

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Corrida solidária da Hovione regressa a Loures

Oct 02, 2022

O Relatório de Sustentabilidade 2019-2020 foi publicado com o título: “Elements of the future. For tomorrow and beyond, no matter what.” Este é o quarto Relatório de Sustentabilidade publicado pela Hovione que tem por objetivo demonstrar a nossa responsabilidade perante os stakeholders ao comunicar o nosso desempenho Ambiental, Social e de Governance (ESG). No Relatório vem também refletido o nosso alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS da ONU).  Este relatório foi elaborado de acordo com os princípios de conteúdo e qualidade de “Global Reporting Initiative Standards”, com o objetivo de garantir o rigor, a clareza e a fiabilidade da informação. Estes standards permitem maior transparência e responsabilidade das organizações, melhorando a capacidade de comparação global e a qualidade das informações sobre o desempenho ESG. A informação abrange todas as instalações de produção e investigação da Hovione em todo o mundo e os dados apresentados são globais. Enquanto empresa, pretendemos produzir medicamentos da mais alta qualidade para os pacientes, de acordo com o nosso compromisso em gerir um negócio sustentável. Temos por referência os mais altos padrões de segurança e desempenho ambiental com equipas de trabalho comprometidas e diversificadas. Estar “In it for life” significa que estamos comprometidos em proteger as nossas pessoas, as nossas comunidades, os nossos parceiros e o meio ambiente à nossa volta.   Leia o relatório em Hovione.com      

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O 4º Relatório de Sustentabilidade da Hovione já está disponível

Jul 14, 2022

Foram ontem, dia 19 de maio, apresentados em Lisboa os resultados do Randstad Employer Brand Research 2022, o maior estudo independente de employer branding, realizado pela Kantar, que analisa anualmente as principais tendências do mercado de trabalho e dá a conhecer as empresas e setores mais atrativos para trabalhar em 31 países, incluindo Portugal. O Randstad Employer Brand Research, da multinacional de recursos humanos Randstad, é um estudo independente, que se realiza pelo sétimo ano consecutivo, para analisar a perceção da população em relação aos 150 maiores empregadores de 31 países. Em Portugal, o inquérito foi realizado on-line em janeiro de 2022, a 4.997 indivíduos (profissionais ativos, desempregados e estudantes), com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos. A maioria dos participantes é residente em Lisboa (38%), seguindo-se a região Norte (34%) e o Centro (18%) do país. José Miguel Leonardo, chief executive officer (CEO) da Randstad Portugal, referiu: «Em alturas de escassez de talento, é importante olhar para o que os talentos mais valorizam e de que forma podem as empresas desenvolver estratégias que sejam capazes de responder às suas necessidades.  No entanto, não podemos deixar de salientar que uma estratégia de employer brand não se constrói de um dia para o outro. Tem por base uma relação de confiança e, por isso, é algo que deve ser cada vez mais estratégico dentro das organizações e com efeitos reais na atração e retenção de talento.»   Salário e benefícios, critério mais importante na hora de escolher a empresa Entre os fatores mais valorizados numa empresa, por quem procura emprego, estão o salário e benefícios (72%), mas também, o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal (67%) e o bom ambiente de trabalho (67%). De destacar que, em 2022, estes fatores assumem maior preponderância do que em anos anteriores (resultados do estudo 2021: salário e benefícios (71%), equilíbrio vida profissional e pessoal (66%) e bom ambiente de trabalho (65%)). O estudo acrescenta que os benefícios que os portugueses mais gostariam que o seu empregador lhes oferecesse, para valorizar o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, são acordos de trabalho flexíveis (48%) e oportunidades de progressão na carreira (47%). Para 89% dos inquiridos, é também considerado muito importante que a empresa onde trabalham lhes ofereça oportunidades de upskilling e reskilling. «A verdade é que a rápida transformação digital acelerou o risco das competências atuais se tornarem obsoletas. Os profissionais têm o desafio de se reinventarem num mercado de trabalho em constante mudança e as empresas devem ter isto em consideração», acrescenta o CEO da Randstad Portugal. O trabalho tornou-se mais importante para 1 em cada 3 trabalhadores portugueses (33%), principalmente na faixa etária mais jovem, dos 18 aos 24 anos, para a qual a importância do seu trabalho aumentou nos últimos 12 meses (50%). Por outro lado, verifica-se que os inquiridos com maiores habilitações literárias dão agora menor importância à carreira (23%). Apesar da progressão na carreira ser um fator importante para 81% dos portugueses, este critério assume uma maior relevância para a geração mais nova (18-34 anos: 85%) e com maiores habilitações literárias (84%).   Importância do trabalho remoto Segundo o Randstad Employer Brand Research deste ano, o trabalho remoto diminuiu de 52% em 2021 para 38% em 2022. São principalmente as mulheres (40%) e aqueles com maiores habilitações literárias (48%) que trabalham a partir de casa. Para 32% dos colaboradores portugueses, trabalhar remotamente é impossível ou não permitido. Daqueles que atualmente trabalham apenas remotamente (23%), menos de metade (41%) espera assim continuar no futuro. Revela também que 1 em cada 5 portugueses (26%) pretende mudar de emprego este ano, uma tendência crescente em relação a 2021 (20%). São principalmente as mulheres (28%), os menores de 35 anos (31%) e os inquiridos com maiores habilitações literárias (28%) que demonstram esta intenção.   Gerações valorizam diferentes critérios A forma como as diferentes gerações olham para o emprego muda, o que traz desafios acrescidos para as empresas. Em todas as gerações temos um empate entre os critérios da conciliação vida profissional-vida pessoal e do ambiente de trabalho, com a Geração Z e Geração X a valorizarem mais a conciliação vida profissional-vida pessoal, enquanto os Millennials apostam mais no ambiente de trabalho. Curioso é como o critério da possibilidade de trabalhar remotamente é menos valorizado para as faixas etárias mais jovens, abaixo dos 25 anos, e a progressão de carreira muito mais valorizada nas gerações abaixo dos 35 anos.   Delta é a empresa mais atrativa para trabalhar em 2022 Tal como no ano passado, a Delta Cafés ficou no primeiro lugar do top 20 de empregadores, sendo considerada pelos portugueses como a empresa mais atrativa para trabalhar. «Os últimos anos fizeram com que as pessoas colocassem em perspetiva a sua vida e passassem a olhar para o emprego com outros olhos. E os resultados deste ano são já reflexo do efeito que os últimos eventos, a nível económico e social, tiveram em todos nós, dando destaque a marcas que se mostraram muito ativas e próximas dos seus colaboradores, como é o caso da Delta Cafés», afirmou José Miguel Leonardo, acrescentando: «Este resultado, e este estudo de uma maneira geral, só vem reforçar a importância do employer brand na atração e retenção de talento.» Por sua vez, Rui Miguel Nabeiro, CEO do Grupo Nabeiro – Delta Cafés, assinalou: «É com grande orgulho e satisfação que vejo, uma vez mais, reconhecidos os nossos esforços e investimento na valorização das nossas pessoas. O Grupo Nabeiro – Delta Cafés rege-se desde sempre por valores sólidos e princípios humanos, assentes numa política de proximidade com os colaboradores. Somos feitos de pessoas e para pessoas. Valorizamos os nossos colaboradores e apostamos na sua formação e no seu desenvolvimento contínuo.»   As 20 das empresas mais atrativas para trabalhar 1 – Delta Cafés 2 – Farfetch 3 – Bosch 4 – Nestlé 5 – Hovione 6 – Siemens 7 – Banco de Portugal 8 – RTP – Rádio e Televisão de Portugal 9 – The Navigator Company 10 – Volkswagen Group Services 11 – OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal 12 – Fujitsu Technology Solutions 13 – Ikea Portugal 14 – Joaquim Chaves Saúde 15 – Volkswagen Autoeuropa 16 – Hospital da Luz 17 – Nokia 18 – Sumol+Compal 19 – PSA Peugeot Citroën 20 – Pestana Hotel Group   Os 10 dos sectores mais atrativos para trabalhar 1 – Saúde 2 – IT, Consultoria e Telecomunicações 3 – Automóvel 4 – Turismo, Desporto e Entretenimento 5 – FMCG e Indústria Alimentar 6 – Banca e Serviços Financeiros 7 – Indústria 8 – Aviação 9 – Customer Care e Shared Services 10 – Serviços   Leia o artigo completo em Human.pt    

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Estudo da Randstad anuncia as empresas mais atrativas para trabalhar

May 20, 2022

Numa cerimónia a decorrer no espaço La Distillerie, em Lisboa, conduzida pela jornalista Clara de Sousa, a Randstad apresenta as empresas e os setores mais atrativos para trabalhar em Portugal, bem como as conclusões do seu estudo Employer Brand Research 2022. A RHmagazine dar-lhe-á conta, ao minuto, dos premiados. Fique atento!   Num mundo em constante mudança, é fundamental perceber o que atrai os talentos e como retê-los. O Randstad Employer Brand Research é um estudo independente, que se realiza pelo 7.º ano consecutivo, para analisar a perceção da população em relação aos 150 maiores empregadores de 31 países, incluindo Portugal. Além de revelar o ranking das empresas e dos setores mais atrativos para trabalhar, o estudo permite identificar os critérios mais relevantes numa decisão de emprego e as melhores estratégias para a gestão de employer branding. Começa o evento com as boas-vindas de Clara de Sousa à audiência. Conheçamos, em primeiro lugar, os principais resultados do Employer Brand Research 2022. Como critérios mais atrativos para os profissionais em 2022 destacam-se no ‘top 5’: Salários e benefícios atrativos (72%); Conciliação entre vida pessoal e profissional – o critério não financeiro mais atrativo (72%); Ambiente de trabalho agradável (67%); Estabilidade profissional (64%); Progressão de carreira (64%). Os setores mais atrativos que se destacam em awareness e atratividade são: Saúde TI, Telecomunicações e Consultoria Automóvel Turismo, Desporto e Entretenimento Indústria alimentar e FMCG   Tempo para o CEO da Randstad Portugal, José Miguel Leonardo, comentar o estudo. “Analisar o Employer Brand Research pode dar alguma inspiração às empresas para que ganhem a tão necessária atratividade”, defende. Para José Miguel Leonardo a flexibilidade nunca foi tão valorizada como hoje e daí seja fácil compreender que o work-life balance tenha sido o critério não financeiro mais atrativo para 72% dos participantes do estudo. O CEO da Randstad Portugal termina a sua intervenção com uma reflexão importante: “Há que humanizar as organizações e praticar, de facto, essa humanização. A flexibilidade é muito mais do que estar ou não estar no escritório – é confiança. E é isto que, enquanto líderes, temos de assegurar”.     ‘Top 3’ das empresas mais atrativas para trabalhar por setor Vejamos, agora, o ‘top 3’ das empresas mais atrativas para trabalhar por setor:   Setor Automóvel 1.º Volkswagen Autoeuropa 2.º PSA Peugeot Citroën 3.º Grupo Salvador Caetano   Setor Aviação 1.º OGMA – indústria aeronáutica de Portugal 2.º ANA – Aeroportos de Portugal 3.º SATA air Açores   Setor da Banca 1.º Banco de Portugal 2.º Caixa Geral de Depósitos 3.º Banco Montepio   Setor Construção e Infraestruturas 1.º Teixeira Duarte 2.º Brisa 3.º Mota-Engil Engenharia e Construção   Setor Distribuição 1.º Mercadona 2.º Jerónimo Martins 3.º Lidl   Setor FMCG e indústria alimentar 1.º Delta Cafés 2.º Nestlé 3.º Sumol+Compal   Setor da Indústria 1.º Bosch 2.º The Navigator Company 3.º Corticeira Amorim   Setor da Indústria Têxtil e do Calçado 1.º Gabor Portugal – indústria de calçado 2.º Ecco 3.º Riopele   Setor de Restaurantes e Catering 1.º Gertal (Grupo Trivalor) 2.º Uniself – sociedade de restaurantes 3.º Itaú (Grupo Trivalor)   Setor do Retalho 1.º Ikea Portugal 2.º Fnac 3.º Decathlon   Setor da Saúde 1.º Hovione 2.º Joaquim Chaves Saúde 3.º Hospital da Luz   Setor dos Serviços 1.º EDP 2.º Galp 3.º EFACEC   Setor dos Seguros 1.º Fidelidade – companhia de seguros 2.º Generali   Setor de Tecnologias de Informação e Consultoria 1.º Farfetch 2.º Siemens 3.º Nokia   Setor de Telecomunicações 1.º Vodafone 2.º NOS   Setor dos Transportes 1.º CTT 2.º Rangel – Distribuição e Logística 3.º DHL   Setor do Turismo, Acomodação e Lazer 1.º Pestana Hotel Group 2.º Vila Galé 3.º Minor hotels (NH hotels, Tivoli)   As 20 empresas mais atrativas Eis as 20 empresas consideradas as mais atrativas para trabalhar, na opinião da população ativa portuguesa:     Delta Cafés Farfetch Bosch Nestlé HOVIONE Siemens Banco de Portugal RTP – Rádio e Televisão de Portugal The Navigator Company Volkswagen Group Services OGMA – indústria aeronáutica de Portugal Fujitsu Technology Solutions Ikea Portugal Joaquim Chaves Saúde Volkswagen Autoeuropa Hospital da Luz Nokia Sumol+Compal PSA Peugeot Citroën Pestana Hotel Group A equipa da RHmagazine parabeniza todas as empresas premiadas!   Leio o artigo em RHmagazine  

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Saiba quais as empresas mais atrativas para trabalhar em Portugal segundo estudo da Randstad

May 19, 2022

Loures, 26 de abril de 2022 - A Hovione informa que a 26 de abril de 2022, iniciam-se os trabalhos de urbanização do loteamento aprovado na zona industrial de Paio Pires, tendo em vista melhorar a qualidade das infraestruturas públicas da zona circundante à futura unidade da Hovione no Seixal. A obra, da responsabilidade do município e financiada pela Hovione, terá uma duração de 12 meses.   O projeto de investimento está a desenvolver-se de acordo com o plano definido pelo Conselho de Administração da Hovione.   Em devido tempo a Hovione informará sobre os próximos passos de concretização deste investimento.   Para qualquer esclarecimento por favor contacte a Comunicação da Hovione.     Sobre a Hovione Fundada em 1959, a multinacional Hovione tem hoje laboratórios e fábricas em Portugal, na Irlanda, em Macau e nos Estados Unidos da América. A Hovione investiga e desenvolve novos processos químicos e produz princípios ativos e formulados para a indústria farmacêutica mundial. Com sede em Loures, a empresa emprega 2000 pessoas em todo o mundo. A Hovione é o maior empregador privado de doutorados em Portugal e tem presentemente programas de doutoramento e de mestrado a decorrer na Empresa. A sua atividade de investigação e desenvolvimento emprega mais de 420 técnicos e cientistas. Para mais informação visite o nosso website www.hovione.com      

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Início dos trabalhos de urbanização na zona circundante ao futuro Campus da Hovione no Seixal

Apr 26, 2022

O CEO da Hovione acredita que "olhar para a sustentabilidade ou para a proteção do ambiente e limitar a visão a investimentos produtivos não é o entendimento certo".   O CEO da Hovione acredita que "a Europa teve uma falta de visão e não avaliou o que significa, de repente, termos um aumento de investimento de 750 mil milhões de euros concentrados em quatro anos" quando desenhou a bazuca europeia. Para Guy Villax, "olhar para a sustentabilidade ou para a proteção do ambiente e limitar a visão a investimentos produtivos não é o entendimento certo". E deixa crítica ao impacto que i investimento rápido terá nas economias "É um pico de atividade de investigação, de construção e de investimento extraordinariamente concentrado. O que se vai traduzir numa falta tremenda de pessoas e grande inflação na construção civil e enorme falta ou atrasos nos fornecimentos, porque, de repente, temos algo que é mais do dobro do habitual", afirma Guy Villax no podcast "Conversas com CEO" que vai ser divulgado esta quarta-feira.     Numa conversa com a jornalista Helena Garrido sobre os três pilares da sustentabilidade - ambiental, social e de governação (ESG) -, no âmbito da Iniciativa Negócios Sustentabilidade 20|30, o CEO da Hovione frisa também "as pessoas que trabalham nas empresas esperam delas uma intervenção ativa, muito para além do simples cumprimento da lei".   Leia o artigo completo em JornaldeNegocios.pt    

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Guy Villax: PRR vai traduzir-se "numa falta tremenda de pessoas e numa grande inflação"

Mar 22, 2022

Lisboa, 3 de Março de 2022 – A Hovione, líder de mercado na tecnologia de spray drying e em engenharia de partículas, estabeleceu uma parceria estratégica com a Zerion Pharma para comercializar a Dispersome®, uma plataforma tecnológica direcionada para a melhoria da solubilidade dos medicamentos.   A tecnologia inovadora Dispersome® aumenta a solubilidade dos medicamentos através da utilização de um excipiente de origem natural, o que facilita a absorção maior e mais rápida do medicamento. Desta forma, é possível reduzir a dose de cada comprimido, possibilitando aos doentes tomar comprimidos mais pequenos, ou fazer menos tomas. A Hovione fortalece assim a aposta em soluções inovadoras que dão resposta aos maiores desafios da indústria farmacêutica global.   “É com enorme gosto que estabelecemos esta parceria com a Zerion, uma empresa altamente inovadora na área das formulações para medicamentos para administração oral. Através desta conjugação de forças, conseguiremos colocar a Dispersome® mais rapidamente no mercado e, deste modo, implementar esta tecnologia em estreita colaboração com os nossos clientes e parceiros, num esforço conjunto para desenvolver medicamentos inovadores que tragam mais benefícios para os pacientes”, refere Jean-Luc Herbeaux, Chief Operating Officer da Hovione.   “A Hovione irá continuar a procurar novas oportunidades de melhoria da sua oferta nas suas áreas de especialização, tais como a engenharia de partículas e os produtos para inalação, através do estabelecimento de parcerias com empresas e instituições de investigação científica, para o desenvolvimento de tecnologias inovadoras na formulação de medicamentos, tais como a Dispersome®”.   Ole Wiborg, CEO da Zerion, sublinha a forte sinergia desta parceria e prevê muitas parcerias futuras: “Consideramos a Hovione um líder global no setor da produção de dispersões sólidas amorfas por spray-drying. Mais importante ainda, em resultado desta liderança, a Hovione, nos últimos cinco anos, foi o principal produtor dos medicamentos aprovados pela FDA no que se refere a dispersões sólidas amorfas. A integração destas competências na nossa oferta à indústria farmacêutica intensifica o valor da nossa plataforma Dispersome® e proporciona-nos a nós, assim como aos nossos parceiros da área farmacêutica, acesso imediato a uma capacidade em scale-up e produção comercial GMP da mais alta qualidade”, afirma Ole Wiborg.   O anúncio da parceria com a Zerion surge após a comunicação pela Hovione de um novo investimento de 146 milhões de euros na expansão das instalações industriais em Portugal, na Irlanda e em Nova Jérsia, nos EUA, no âmbito de um plano de crescimento global que aumentará a capacidade da empresa em cerca de 25%.   A Hovione está a investir em novos ativos, mas também em tecnologias inovadoras, com o propósito de responder às necessidades dos seus clientes no que se refere a serviços integrados e diferenciados na produção de princípios ativos, na engenharia de partículas e, mais recentemente, na produção de medicamentos. Este crescimento refletir-se-á na captação de talento a nível nacional e internacional com a criação de mais de 300 novos postos de trabalho, dos quais 150 em Portugal.     Sobre a Hovione Fundada em 1959, a multinacional Hovione tem hoje laboratórios e fábricas em Portugal, na Irlanda, em Macau e nos Estados Unidos da América. A Hovione investiga e desenvolve novos processos químicos e produz princípios ativos para a indústria farmacêutica mundial. Com sede em Loures, a empresa emprega 1800 pessoas em todo o mundo, das quais cerca de 1200 em Portugal. A Hovione é o maior empregador privado de doutorados em Portugal e tem presentemente oito programas de doutoramento e oito de mestrado a decorrer na Empresa. A sua atividade de investigação e desenvolvimento em Portugal emprega 220 técnicos e cientistas.     Sobre a Zerion Pharma ApS A Zerion, enquanto autora da plataforma Dispersome® criou a tecnologia que vem aumentar a biodisponibilidade e, assim, os resultados terapêuticos dos medicamentos para os pacientes. A tecnologia Dispersome® baseia-se na preparação de formulações amorfas estáveis através da mistura de altas doses do princípio ativo, com beta-lactoglobulina, um subproduto da produção de queijo, sustentável e biodegradável. A Zerion desenvolve formulações farmacêuticas exclusivas e disponibiliza a tecnologia Dispersome® a todas as empresas farmacêuticas que procurem resolver os seus problemas no que se refere à solubilidade dos fármacos.   A Zerion estabeleceu-se em 2019, enquanto spinoff da Universidade de Copenhaga, após quase dez anos de trabalho acumulado de pesquisa.   (Dispersome® é uma marca registada pela Zerion Pharma A/S)     Mais informação em www.hovione.com    

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Plataforma garante comprimidos com maior solubilidade e absorção mais rápida

Mar 03, 2022

Lisboa, 25 de Fevereiro 2022 – Jean-Luc Herbeaux será o novo Chief Executive Officer (CEO) da Hovione a partir de 1 de Abril. A decisão do Conselho de Administração da empresa define assim o sucessor de Guy Villax, que dirige a multinacional química-farmacêutica portuguesa desde 1997. Guy Villax mantém-se ligado à empresa, como membro do Conselho de Administração e acionista.        A nova liderança marca o início de uma nova fase na história da Hovione, fundada em 1959 por Diane e Ivan Villax — e, desde então, sempre gerida pela família —, que se traduz numa ambiciosa estratégia de expansão e crescimento.  “Vinte cinco anos depois de ter assumido esta responsabilidade, chegou o momento de deixar a liderança nas mãos de alguém que todos sabemos capaz de nos tornar ainda mais competitivos e melhores, e de o fazer dentro do quadro de princípios e valores que definem a Hovione desde o primeiro dia: integridade, servir bem os nossos clientes, rigor cientifico e trabalho em equipa. É um orgulho para a Hovione e para Portugal contribuirmos em 10% dos novos medicamentos que todos os anos são aprovados pela FDA (Food and Drug Administration). Isto é fruto do talento dos nossos colaboradores e das nossas universidades.” revela Guy Villax.       Nos últimos 25 anos a Hovione, duplicou o número de fábricas no mundo, viu a sua equipa aumentar de cerca de 450 para 2000 colaboradores, dos quais cerca de 1400 em Portugal, e tornou-se no maior empregador privado de doutorados em Portugal.        Jean-Luc Herbeaux é o chief operating officer (COO) da Hovione desde 2020, tendo desenvolvido um importante trabalho de reorganização e definição de estratégia para preparar a empresa para os desafios de um mercado cada vez mais global e competitivo. “Os nossos clientes são exigentes, os problemas que nos pedem para resolver implicam cada vez mais sofisticação e rigor do ponto de vista técnico, científico e industrial. As expectativas são, portanto, elevadas e a nossa responsabilidade aumenta à medida que a Hovione ganha mais protagonismo.”  Jean-Luc Herbeaux acrescenta “Produzimos em Portugal, na Irlanda, nos Estados Unidos e em Macau; e essa presença, nacional e internacional, será aprofundada com a consistência e qualidade que nos define desde sempre e assim continuará a ser.”       O novo CEO da Hovione assume funções num momento em que a empresa tem em curso a execução de um ambicioso plano de investimentos anunciado em $170Milhões, com a ampliação e melhoramento das instalações em Portugal, na fábrica de Loures, Nova Jérsia, EUA, mas também em Cork, na Irlanda. Está também em planeamento a construção de um novo polo industrial no Seixal.       Antes de se mudar para Portugal para se juntar à Hovione, Jean-Luc Herbeaux ocupou vários cargos de liderança na Evonik, onde liderou a Linha de Health Care, tendo reposicionado o negócio, impulsionando uma agenda de crescimento intencional, sustentável e lucrativa. Os seus cargos anteriores, que incluíam cargos seniores na Europa e na Ásia, permitiram que ele desenvolvesse uma forte experiência na gestão de organizações globais complexas. Jean-Luc Herbeaux, tem formação em Engenharia Mecânica, pela Université de Technologie de Compiègne (UTC), França, com um mestrado e doutoramento em Engenharia Mecânica, ambos atribuídos pela Universidade de Houston nos EUA.         Sobre a Hovione: Fundada em 1959, a multinacional Hovione tem hoje laboratórios e fábricas em Portugal, na Irlanda, em Macau e nos Estados Unidos da América. A Hovione investiga e desenvolve novos processos químicos e produz princípios ativos para a indústria farmacêutica mundial. Com sede em Loures, a empresa emprega cerca de 2000 pessoas em todo o mundo. A Hovione é o maior empregador privado de doutorados em Portugal e tem presentemente oito programas de doutoramento e oito de mestrado a decorrer na Empresa. A sua atividade de investigação e desenvolvimento em Portugal emprega mais de 420 técnicos e cientistas.    

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Jean-Luc Herbeaux é o novo CEO da Hovione

Feb 25, 2022

A agenda Ambiental, Social e de Governance (ESG) está no core do negócio farmacêutico. As empresas Hovione e Novartis entendem a sustentabilidade de forma integrada e assim a consideram nas suas estratégias.   Um marco no caminho para a sustentabilidade. A portuguesa Hovione foi a primeira empresa na indústria química/farmacêutica a nível mundial com a certificação B Corp e orgulha-se, não só do facto, mas de tudo o que este representa.   “Entendemos a sustentabilidade de forma integrada, como parte da nossa estratégia de negócio, e assumindo que o nosso dever vai muito além do estrito cumprimento legal de um código de conduta empresarial. Acreditamos que as empresas devem contribuir para uma sociedade melhor”, afirma Austin Geraghty, Global Health, Safety & Sustainability Senior Director, ao Jornal Económico. O B Corp tem por base as operações das empresas e o modo como os seus modelos de negócio impactam nos funcionários, na comunidade, no meio ambiente e nos clientes.   Criada em 1959 por Ivan e Diane Villax e dois compatriotas húngaros, a Hovione soma mais de 500 patentes a nível mundial em 40 famílias distintas e tem fábricas em Portugal, Estados Unidos, Irlanda e Macau e escritórios em Hong-Kong, Japão, Suíça e Índia. É um player global e, como tal, enfrenta preocupações e responsabilidades a esta escala. “A velocidade das alterações climáticas e os impactos evidentes no mundo exigem que nós, como empresa, enfrentemos o desafio”, adianta o Global Health, Safety & Sustainability Senior Director.   No campo do ambiente — ‘environment’, no original em inglês, que corresponde ao E da sigla ESG — a prioridade tem sido a redução da pegada de carbono. O foco está posto na redução de consumo e descarbonização de energia por utilização de fontes renováveis, nas suas operações nos EUA, na Irlanda e em Portugal. Em concreto, a Hovione tem desenvolvido trabalho no sentido de aumentar a circularidade. “Sempre que possível — explica Austin Geraghty —retornamos os nossos solventes residuais para recuperação e valorização. Desenvolvemos soluções que permitem testar os processos de fabrico com recurso à modelação ou escalas mais pequenas, otimizando assim o consumo de matérias-primas e a produção de resíduos, evitando testes em escalas maiores de modo a reduzir a pegada ecológica”.   O responsável da Hovione salienta a importância de integrar um movimento global crescente de pessoas e empresas “que usa os negócios como uma força para o bem, resolvendo problemas sociais e ambientais, com a visão de que um dia todas as empresas venham a competir, não só para serem as melhores do mundo, mas para serem as Melhores para o Mundo”. A Hovione envolve-se com as comunidades locais nos lugares onde opera, “a apoiar aqueles que ajudam os outros”, através de uma política de responsabilidade social corporativa focada na Educação e Cultura, Apoio Social, Saúde e Bem-estar, Desporto e Segurança e Ambiente.   A suíça Novartis A Novartis Portugal é um exemplo dentro e fora do grupo: 58% dos cargos de liderança são ocupados por mulheres. A meta estabelecida pela farmacêutica suíça com a Equal Pay International Coalition (EPIC) para alcançar o equilíbrio de género na gestão e melhorar continuamente os processos de equidade salarial/transparência é 2023. Dois anos antes da data fixada, na Novartis Global, o valor atinge já os 45%. E pelo terceiro ano consecutivo, a empresa volta a ser incluída no Gender Equality Index de 2022 da Bloomberg.   “Estamos a construir uma cultura que estimula a curiosidade e promove oportunidades para abraçar e valorizar a diversidade nas nossas perspetivas”, afirma Patrícia Adegas, country Communications & Engagement Head, Novartis Portugal, ao JE.   A Novartis resultou da fusão em 1986 das históricas farmacêuticas suíças Ciba-Geigy e Sandoz, sendo hoje um conglomerado global de medicamentos que chega a mais de 750 milhões de doentes no mundo. “Temos nas nossas mãos a capacidade de influenciar e contribuir para uma resposta global a desafios de saúde complexos e, por isso, temos dado passos significativos para integrar a nossa agenda Ambiental, Social e de Governance (ESG) no core do nosso negócio”, explica Patrícia Adegas. Além das pessoas e de assegurar boas condições de saúde e bem-estar para as populações, as prioridades vão para a redução da pegada ecológica.   As metas estão calendarizadas e são ambiciosas:tornar as operações neutras em emissões de carbono em 2025 e alargar este objetivo a toda a cadeia de valor até 2030. Reduzir para metade o consumo de água nas operações da empresa até 2025 e atingir a neutralidade em todas as operações em 2030. Atingir a neutralidade no consumo de plástico em 2030.   Em Portugal, a Novartis emprega cerca de 400 pessoas. Nas suas instalações no Taguspark, em Oeiras, não entram já plástico nem outros materiais consumíveis. E este ano deu-se início à alteração gradual da frota da empresa, de veículos com motores de combustão para veículos com motores movidos por energias alternativas.   Aí decorre atualmente “uma avaliação de materialidade local”, que visa ajudar a entender as questões que mais importam aos colaboradores, parceiros e clientes externos. “Permite-nos capturar o nosso impacto de uma forma não financeira e ajuda-nos a estabelecer prioridades que suportam o nosso pensamento estratégico”, conclui Patrícia Adegas. Melhorar é o fim.   Leia o artigo em JornalEconomico.pt    

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Sustentabilidade é prioridade para empresas farmacêuticas

Feb 06, 2022

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